Inteligência artificial, robots e seus direitos: diálogos com objeto/bem material com vida algorítmica

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Palavras-chave:

Inteligência humana Aprendizado Cérebro Robô Inteligência artificial Vida algorítmica

Resumo

A inteligência humana é estudada há mais de 2000 anos. Neste ponto, a filosofia trouxe várias contribuições para o entendimento da inteligência, ao perquirir como se desenvolviam os processos de aprendizado, lembranças, visão, audição e raciocínio no cérebro e comportamentos humanos. O nosso interesse como humanidade não se restringia tão somente a nos compreendermos, mas queríamos ir mais longe, criar nossa própria criatura, criaturas que fossem capazes de nos imitar, de se comportar de forma aparentemente inteligente. Não nos limitamos a querer criar criaturas ou máquinas que funcionassem pelo simples processamento numérico (inteligência computacional) para ajudar a humanidade em suas atividades. Os seres humanos, não se conformando com as limitações de velocidade de seus cérebros (a humanidade é uma aprendiz lenta), com o desenvolvimento dos avanços tecnológicos estão estendendo a sua humanidade a máquinas, criando sua própria criatura com a inteligência artificial (MONARD, 2019, p. 1).

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2020-06-01

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Como Citar

BARROS, C. E. C. Inteligência artificial, robots e seus direitos: diálogos com objeto/bem material com vida algorítmica. Revista de Propriedade Intelectual, Direito Contemporâneo e Constituição, v. 9, n. 2, p. 102–131, 1 jun.2020.