Estudo das condições para a implantação de um escritório de inovação aberta dentro de uma instituição pública de ensino e pesquisa

Autores

  • Ricardo Monteiro Da Cunha Autor
  • Simone De Cássia Silva Autor

DOI:

10.16928/2316-8080.v4n1p.253-292

Palavras-chave:

Inovação aberta Núcleo de inovação tecnológica Lei de Inovação Escritório de projetos

Resumo

O presente estudo tem como objetivo o estudo das condições para a implantação de um escritório de inovação aberta dentro de uma instituição pública de ensino e pesquisa. Entende-se por inovação aberta o intercâmbio constante de inovações tecnológicas entre instituições de pesquisa pura, como as universidades, e o setor produtivo. Essa troca traz uma série de vantagens tanto para a instituição de pesquisa quanto para quem produz. Para que isso seja aplicado na prática, foi feita uma análise dos principais agentes de inovação que envolvem o sistema da instituição de ensino e pesquisa analisada, bem como da legislação vigente sobre o assunto. Foram utilizados também questionários de avaliação já preenchidos, a fim de se obter uma análise dos resultados. Com base nessas informações, foi feita uma análise do que se é feito dentro da instituição estudada no tocante à inovação aberta e foram sugeridas algumas ações para a implantação de um escritório de inovação aberta dentro da mesma.

Referências

ANPCONT, Gramado, 2007. REDE NI-NE. Disponível em http://www.portaldainovacao.org/ Acesso em 6 mar. 2013.

BARBALHO, S. C. M et al. Rompendo obstáculos para a implantação de escritório de projetos em empresa de base tecnológica. Revista Gestão & Produção, vol. 16, São Carlos, 2009.

BENEDETTI, M. H. A atuação dos núcleos de inovação tecnológica na transferência de tecnologia em um modelo de inovação aberta. XXX Encontro Nacional de Engenharia de Produção, São Carlos, Brasil, 2010.

CHESBROUGH, HENRY W. Open Innovation - New Imperative for creating & profiting from technology. Cambridge, Massachusetts, Harvard Business School, 2006.

CLOSS, L. et al. Intervenientes na Transferência de Tecnologia Universidade-Empresa: O caso da UFRGS. RAC, Rio de Janeiro, 16, n. 1, art. 4, pp. 59-78, Jan./Fev. 2012.

ESTRATÉGIA NACIONAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO 2012 2015.

KERZNER, Harold. Gestão de Projetos As Melhores Práticas. Porto Alegre: Bookman, 2002.

MANSUR, Ricardo. Implementando um escritório de projetos. Rio de Janeiro: Brasport, 2007.

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO. Disponível em http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/105.html?execview= Acesso em 4 mar. 2013.

NUNES, A. L. S. Mudanças promovidas pela lei da inovação nas funções e práticas de gestão dos intermediadores da cooperação Universidade-Empresa das instituições Federais. Dissertação (Programa de Pós-graduação em Administração, área de Concentração Tecnologia, Qualidade e Competitividade, do Setor de Ciências Sociais Aplicadas) - Universidade Federal do Paraná - UFPR, Paraná, 2010.

PEITER, C.C.; AMARAL, M.G. INOVA 3 - Uma experiência em gestão tecnológica para institutos públicos de pesquisa. IN: Simpósio de Gestão da Inovação Tecnológica, 24, Gramado, RS. Anais... Gramado, RS, 2006.

PONTE, Vera M. R. et al. Análise das metodologias e técnicas de pesquisa adotadas nos estudos brasileiros sobre balanced scorecard: um estudo de artigos publicados no período de 1999 a 2006.

SATO, C. E. Y., DERGINT, D. E. A. A Utilização do Escritório de Projetos para a Gestão de Projetos Tecnológicos em Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), 4º Congresso ABIPTI, Paraná, 2004.

SCHUETZE, H. G. Issues of organization and management of knowledge transfer between universities and industry in North America, Europe and Japan. OECD/Japanese high-level forum on managing university/industry relationships: the role of knowledge management, Toquio, 2001.

SILVA, C. A. et al. Potencial Tecnológico da Universidade Federal de Sergipe (UFS): Um Estudo comparativo. Candeeiro (UFS), v. 17/18, p. 7-78, 2009.

SILVA, Edna L. MENEZES, Estera M. Metodologia da Pesquisa e Elaboração de Dissertação. 3. ed. rev. atual. Florianópolis: Laboratório de Ensino a Distância da UFSC, 2001.

THOMPSON, L. Desenvolvendo a criatividade dos grupos de trabalho organizacionais. Academy of Management, v. 17, n 1, p. 96-111, Fev. 2003.

UFBA, UFRB, UFS, UNIVASF, UFPB, UFRN, UFERSA, UFPI E UFMA), três estaduais (UNEB, UESC, UEFS), 9 CEFET (BA, SE, AL, PE, PETROLINA, OPB, CE, MA, PI) e quatro incubadoras (CISE, INOVAPOLI, INBATE E INBATEC) e tem apoio do INPI e SEBRAE (REDE NIT-NE, 2013).

ULLER, A. A importância dos NITs no Sistema Nacional de Inovação. IN: Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia - FORTEC, 2. Gramado, Rio Grande do Sul, 2008.

VIEIRA, C. P. Inovação tecnológica e desenvolvimento regional: as dimensões territoriais da lei de inovação tecnológica. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Regional) Universidade Regional de Blumenau - FURB, Santa Catarina, 2008.

Downloads

Publicado

2013-10-01

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

MONTEIRO DA CUNHA, R.; DE CÁSSIA SILVA, S. Estudo das condições para a implantação de um escritório de inovação aberta dentro de uma instituição pública de ensino e pesquisa. Revista de Propriedade Intelectual, Direito Contemporâneo e Constituição, v. 2, n. 3, p. 253–292, 1 out.2013.