Marcas e propriedade intelectual das Catadoras de Mangaba (SE): turismo de base comunitária, economia criativa e INPI

Autores

  • Janaina Cardoso De Mello Autor
  • Lillian Maria De Mesquita Alexandre Autor

DOI:

10.16928/2316-8080.v11n3p.43-67

Palavras-chave:

Catadoras de mangaba Turismo de base comunitária Sustentabilidade Marcas Economia criativa

Resumo

No turismo elementos como os encontrados no meio ambiente são de suma importância para a sua existência, pois é o atrativo, natural, cultural ou artificial que motiva o deslocamento de pessoas. Em Sergipe, o movimento das Catadoras de Mangaba visa organizar-se em associações nos sete municípios onde são realizadas suas atividades: Japoatã, Estância, Indiaroba, Barra dos Coqueiros, Pirambu, Japaratuba e Itaporanga D'Ajuda. Procura-se incentivar a multiplicação dos conhecimentos adquiridos, o aumento da capacidade de produção e da comercialização dos produtos da mangaba (trufa, bala, licor, geleia, mousse e biscoito) e a orientação para a construção de secadores solares que beneficiarão as frutas. Tal motivação insere-se na discussão do Turismo de Base Comunitária como viés para a construção da mangaba como bem cultural e um atrativo turístico sustentável no litoral de Sergipe. Sob esse aspecto, o registro de marca no INPI para os produtos das Catadoras de mangaba revela-se um importante instrumento de proteção junto ao comércio dos bens no mercado dentro da noção de Economia Criativa.

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Publicado

2017-10-01

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

CARDOSO DE MELLO, J.; DE MESQUITA ALEXANDRE, L. M. Marcas e propriedade intelectual das Catadoras de Mangaba (SE): turismo de base comunitária, economia criativa e INPI. Revista de Propriedade Intelectual, Direito Contemporâneo e Constituição, v. 6, n. 3, p. 43–67, 1 out.2017.